24 de setembro de 2009

Eu acredito que o Brasil agiu bem. O governo do Brasil está atuando bem e atuou com o respaldo de toda – toda com letras maiúsculas – a comunidade in



O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, assegurou em entrevista à BBC que o Brasil agiu bem e tem o respaldo de toda a comunidade internacional. Porém, para a imprensa (a de sempre, é claro) e a oposição (fracassada e desesperada), não.
O Brail não agiu bem, ou melhor, Lula não agiu bem.
Bastou que a embaixada brasileira em Honduras recebesse o presidente constitucional Manuel Zelaya,- tornando o "fato" de fato, pois se Zelaya não entrasse em território Hondurenho o "fato" (golpe) continuaria a ser levado em bamho maria- e começou a orquestração da mídia golpista e da oposição fracassada.
Um esforço tremendo para desmerecer, desmoralizar e, para nosso espanto, até justificar o golpe dado por militares naquele país, tem sido feito nos últimos dias por esses dinossauros midiáticos e opositores fossilizados.
Realmente não é uma posição confortável a que ocupa hoje a oposição fracassada e a mídia golpista brasileira.
Resolvendo-se esse impasse em Honduras ( a contento ou não , seja para quem quer que seja) ponto para o Brasil e consequentemente para Lula. Os detratores de Lula, ficarão com aquela cara de " o que é que vou dizer lá em casa", ou o que é que eu vou dizer nas próximas campanhas eleitorais.
Fazendo o tipo de discurso que estão fazendo, chegando a justificar o golpe militar, perdem a aura de defensores da democracia e o direito de usar o legado histórico de opositores da ditadura militar brasileira, ou seja, as máscaras vão cair, e, não serão poucas as que cairão.
Enquanto eles perdem noites de sono, dão nó nas linguas para não falar besteiras demais, Lula brilha na conferência da ONU e no encontro do G.20, com olhos e ouvidos do mundo inteiro, voltados para ele.
O Brasil e Lula estão, cada vez mais, bonitos na foto



Leia abaixo a entrevista de Insulza à BBC.

BBC – O senhor sabia que Manuel Zelaya voltaria a Honduras?

Insulza – Não, não tinha nenhuma informação. Ele havia falado várias vezes sobre a possibilidade de fazer isso. Há alguns dias, inclusive, ele disse que queria estar em Honduras no final do mês. Mas na realidade todo mundo tomava isso como uma afirmação otimista, imaginando que as coisas iam se abrir e permitiriam o seu retorno. Mas eu não tinha nenhum indício que me faria supor que ele iria retornar da maneira que fez.

BBC – Segundo informações que circularam recentemente, o senhor estaria pretendendo viajar a Tegucigalpa nas próximas horas. É verdade?

Insulza – Até ontem os aeroportos continuavam fechados. Até agora não se pode viajar. Mas não descarto que eles sejam reabertos e depois tenhamos a possibilidade de fazer uma missão que tenham algum significado, ou seja, em que não se mantenha a atitude de fechar todas as formas de diálogo, como faz agora o regime de facto.
Naturalmente, nós queremos promover um diálogo; queremos ajudar. Sabemos que é uma tarefa difícil, mas estamos disponíveis para isso e eu iria com vários representantes de outros países membros (da OEA) na medida que se mantenham as condições. Isso vamos saber hoje pela manhã ou durante o dia. Se for assim, partiríamos de imediato.
Nós queremos promover um diálogo; queremos ajudar. Sabemos que é uma tarefa difícil, mas estamos disponíveis para isso.
José Miguel Insulza

BBC – O senhor poderia nos dizer quem o acompanharia nesta viagem?

Insulza – Não no momento, porque primeiro vou consultar os que me acompanharam na viagem anterior, mas naturalmente quase todos os ministros têm suas obrigações na Assembleia Geral (da ONU), então eu teria que ver com quem vou. Eu não poderia dizer.

BBC – O senhor considera que a OEA continua sendo um mediador legítimo da crise hondurenha?

Insulza - Acredito que desde o começo isso foi reconhecido por todo mundo. Se apresentou várias vezes uma falsa dicotomia entre o presidente (da Costa Rica) Oscar Arias como mediador e a Organização (dos Estados Americanos), e na realidade o esforço do presidente Arias sempre tem sido o nosso esforço também.
Ontem (terça-feira) conversei bastante com ele e estamos de acordo com a necessidade de intensificar a negociação, tomando juntos as medidas para poder levar adiante esta negociação.

BBC – Quais foram estas últimas medidas e os últimos contatos?

Insulza - Conversamos várias vezes com diferentes personalidades em Honduras, mas não posso entrar em detalhes.

BBC – O senhor teve contato ultimamente com Zelaya ou com Micheletti?

Insulza – Falei com Zelaya. Ele me ligou muito pouco depois de ter entrado na embaixada do Brasil. E ele segue disponível e ontem ratificou por seus representantes estar disposto a assinar o acordo de San José, o acordo proposto pelo presidente Arias, tal como havia dito antes.

BBC - A propósito da presença de Manuel Zelaya em Tegucigalpa, como o senhor acredita que isso possa influir no processo de resolução da crise?

Insulza – Há duas alternativas; dois caminhos. Um, com o qual eu concordo, é que é preciso tomar isso como uma oportunidade. Havia ressalvas ao diálogo, pouca disposição a se sentar e conversar, mas agora Zelaya está ai e o tema terá que ser enfrentado. E é possível que com isso se abra um caminho de diálogo e de busca por uma saída para a crise, conversada e negociada por hondurenhos.

Acredito que é necessário seguir nessa direção. É claro que também pode haver um aumento das tensões e dificuldades, mas esperamos que não seja assim. Nós acreditamos que, se há boa vontade das partes, isso pode conduzir, em vez de à confrontação, a uma boa negociação.

BBC - Micheletti assegurou à BBC que não descarta falar com Zelaya se ele aceitar um processo eleitoral em novembro. Se Zelaya aceitar esta condição, o senhor acredita que a OEA reconheceria a legitimidade destas eleições?

Insulza – Veja, é preciso esperar todo o processo. Eleições com estado de sítio durante todo o dia, com toque de recolher todo o dia, dificilmente poderão ocorrer. A única possibilidade de se realizar as eleições é normalizando a democracia antes. Se estivermos seguindo nesta direção, me parece muito bom. Mas eu acredito que o melhor é que se tenha um diálogo sem condições prévias, que se sente para conversar.

BBC - E quais seriam as condições que permitiriam um início de diálogo entre as partes?

Insulza – Nunca se pode colocar pré-condições para se sentar e falar sobre um tema. "Eu me sento, mas primeiro você tem que aceitar um, dois e três." Acho que assim não se avança. Eu não colocaria condições, com exceção que haja disposição para se sentar e conversar.

BBC - Isso do ponto de vista político. Mas no ponto de vista social, me parece que a situação em Honduras está cada dia mais complexa. O senhor pode apontar algumas medidas necessárias para criar um clima social para o diálogo?

Insulza – A agitação acontece precisamente porque a crise está emperrada. Se desbloquearmos a crise, as pessoas vão esperar um resultado. Em Honduras, ninguém quer confrontos.

BBC – O presidente da Costa Rica, Oscar Arias, apontou a possibilidade de que a situação leve a um derramamento de sangue. O senhor, na OEA, compartilha deste medo?

Insulza – O temor eu compartilho. Mas não houve choques, enfrentamentos. Fala-se de vítimas, mas não comprovamos isso. Nossa comissão de direito humanos está trabalhando nisso, mas, no entanto, não houve uma conflito da magnitude que poderia haver. Esperamos que exista diálogo antes disso.

BBC – Que mensagem o senhor mandaria da OEA para os atores implicados?

Insulza - Que é preciso conversar. Que nós estamos disponíveis para realizar as intermediações se for o caso, para observar. Mas o primeiro passo quem tem que dar são os hondurenhos envolvidos. O presidente constitucional, Manuel Zelaya e o regime de fato.

BBC – E às ruas, ao exército e à sociedade civil?

Insulza – Que todos acatem o que ficar acertado e mantenham a calma, que não haja conflitos. Ontem, felizmente, o bloqueio que houve na embaixada do Brasil foi resolvido, se religou a eletricidade e a água. Que não haja mais ameaças sobre tudo. Que não haja esta atitude ameaçadora que houve na embaixada do Brasil, que também é muito danosa.

BBC – Ontem conversamos com a vice-chanceler do governo de fato, Martha Lorena Alvarado, e ela acusou o Brasil de ingerência em Honduras. Qual é a sua opinião sobre o papel de Brasil nesta crise?

Insulza – Não vamos a entrar em polêmicas. Eu acredito que o Brasil agiu bem. O governo do Brasil está atuando bem e atuou com o respaldo de toda – toda com letras maiúsculas – a comunidade internacional.

BBC - Como a situação vai se desenvolver nos próximos dias, na sua opinião?

Insulza – Não quero fazer um prognóstico, quero que as coisas se tranquilizem, que não se siga ameaçando a embaixada do Brasil. O Brasil é um membro da nossa organização e não nos parece tolerável o que se fez com a embaixada do Brasil. Mas agora as coisas parecem ter se acalmado. Que se mantenha esta calma e se comece a conversar. Mas isso não significa que acredito necessariamente que vai acontecer o mesmo que eu quero que aconteça.

7 de setembro de 2009

Livro-bomba acusa FHC de ter servido a CIA




Mal chegou às livrarias e Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura já se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano.

A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.

O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. "Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).

Dinheiro da CIA para FHC

"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.

Fundação Ford

Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.

Agente da CIA

Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos.

Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.

Milhões de dólares

1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153).

2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).

3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).

FHC facinho

4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).

5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).

6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.Enviado por Carceroni
do blog Os amigos da Presidente Dilma

Camiseta para campanha do PRÉ SAL











Através de uma iniciativa da Comunidade Apoiamos o Presidente Lula PT, no Orkut, com a participação de vários membros e a criação especial do Marnei, está pronta a arte para confecção de camisetas a favor do PRÉ SAL.

Foram criadas várias artes, que podem ser acessadas através do tópico "Camiseta Pré Sal da Comunidade" , nesse link:




A idéia é que cada pessoa mande confeccionar em suas cidades. Ajudem a divulgar. Vamos entrar nessa campanha Já!!

6 de setembro de 2009

Viva o 7 de Setembro! Viva o Pré Sal, a nova independência do Brasil!

E com vocês, ele, O CARA, O Presidente Luis Inácio Lula da silva!