2 de setembro de 2011

ROBERTO CARLOS E ISRAEL - ISRAEL E O BRASIL

ROBERTO CARLOS E ISRAEL – ISRAEL E O BRASIL


Laerte Braga


O cantor e compositor Roberto Carlos foi recebido pelo presidente de Israel Shimon Peres. Israel é uma invenção dos países aliados ao fim da Segunda Grande Guerra Mundial, forma de estabelecer uma base para o controle dos países árabes e do petróleo, evidente e principalmente.

É um Estado terrorista e hoje, longe de ser mera base, é a maior ameaça terrorista existente, uma ressurreição do REICH, no capítulo nazi/sionista. O ex-primeiro-ministro Ben Gurion, considerado o fundador do moderno estado de Israel, como chamam, foi colaborador do III REICH.

Controla o maior arsenal nuclear do mundo, capaz de destruir cem vezes o planeta, já que detém a maioria das ações da companhia ESTADOS UNIDOS INC. Formam juntos o conglomerado ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. Um dia foi ESTADOS UNIDOS/ISRAEL TERRORISMO S/A.

O Brasil é um dos alvos prioritários de Israel e do conglomerado como um todo.

O governo Lula, na política de uma no cravo e outra ferradura, ao mesmo tempo que se aproximava de países árabes como o Irã, assinou um tratado de livre comércio com Israel. Desde então o avanço dos terroristas nazi/sionistas sobre nosso País tem sido escandaloso sob todos os aspectos e hoje ocupam funções vitais dentro do Estado brasileiro, como atuam através do seu esquadrão da morte, a MOSSAD, em ações de guerra – são peritos em assassinatos de adversários, seqüestros, tortura, o repertório da boçalidade nazi/sionista.

E o marketing, evidente.

Um artista, qualquer que seja, ir apresentar-se em Jerusalém – cidade palestina ocupada por Israel – não implica em apoio ao terrorismo de estado daquele país. É necessário registrar que milhares de cidadãos de Israel começam a se opor às políticas de seu governo, percebendo os riscos e armadilhas de um delírio hitlerista. É lógico, muitos deles conhecem os horrores dos campos de concentração nazista e avaliam o que sejam os horrores dos campos de concentração mantidos por ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.

Só que Roberto Carlos não foi se apresentar em Jerusalém como artista em condições normais para um artista. Foi comprado por grupos nazi/sionistas que atuam no Brasil e trabalham com incrível desvelo a construção de imagem favorável ao Estado terrorista, na tentativa de reverter os danos causados por ações como roubo de terras palestinas, riquezas palestinas, bloqueio de Gaza, assassinatos de cidadãos de outros países que tentam chegar a Gaza com ajuda humanitária, enfim, a barbárie que caracteriza Israel.

Esse tipo de evento, ou fato, como queiram, é comum. O ex-presidente do STJ – Superior Tribunal de Justiça –, aquele que deu um chilique e demitiu um estagiário que aguardava na fila do caixa eletrônico sua vez, atrás do ministro, o nome é Ari Pendgler, é um dos principais ativistas desse tipo de trabalho, digamos assim.

As Nações Unidas vão divulgar nos próximos dias um relatório em que afirmam que as forças de Israel agiram com violência contra ocupantes de um navio de ajuda humanitária que pretendia chegar a Gaza. Morreram vários deles e o governo da Turquia resolveu suspender as relações militares e diplomáticas com Israel por conta disso.

A covardia sionista não tem paralelo na história contemporânea, exceto se compararmos ações como a de Hitler, ou agora, a “ajuda humanitária” à Líbia para o controle do petróleo naquele país.

Querem o Brasil e por conta disso começam a comprar figuras de prestígio popular no País. Caso de Roberto Carlos.

Em 1967, época do esplendor dos festivais de música, um episódio determinou o verdadeiro caráter de Roberto Carlos, nada a ver com seu trabalho como cantor e compositor (embora como compositor tenha sido acusado várias vezes de plágio e de comprar músicas).

Foi no festival da antiga RECORD, também nada a ver com a atual. Naquele ano surgiram Caetano Veloso com “Alegria Alegria”. Gilberto Gil com “Domingo no Parque”, a extraordinária “Roda Viva” de Chico Buarque de Holanda e o primeiro lugar foi de Edu Lobo com “Ponteio”.

Ficou marcado quando Sérgio Ricardo atirou o violão na platéia ao ser vaiado por sua música em homenagem a Mané Garrincha. Sérgio Ricardo é um dos grandes compositores da MPB e a vaia foi injusta. A música era BETO BOM DE BOLA.

Luís Carlos Paraná nasceu em Ribeirão Claro, São Paulo, foi comerciário no Rio de Janeiro – onde aprendeu a tocar violão sozinho – e companheiro de quarto numa pensão do extraordinário João Gilberto. Morreu precocemente e deixou uma obra de grande valor na MPB. Foram duas grandes perdas precoces. O próprio Luís Carlos Paraná e Sidney Muller.

Em 1967 inscreveu no festival da RECORD a música MARIA CARNAVAL E CINZAS e ficou com o quinto lugar. O intérprete foi Roberto Carlos. Àquela época vaiado pelo auditório por sua posições políticas dúbias diante da ditadura militar. Já se sabia ali que o cantor e suposto compositor não tinha nada a ver com a luta contra a censura, as prisões arbitrárias de cantores, compositores, artistas de um modo geral. Omisso e em seguida cúmplice do regime militar no processo de silêncio diante da barbárie e aceitação das regras da censura.

Foi mais além que isso.

Terminado o festival o próprio Roberto Carlos disse a jornalistas que não participaria mais de festivais, havia se irritado com a vaia, estava acostumado aos aplausos de astro da chamada jovem guarda. Não discuto mérito artístico, não está se tratando disso, mas caráter de artista. Houve um incidente – troca de palavras criticas – entre ele e Chico Buarque através da mídia e cada qual seguiu seu caminho. Chico e sua dignidade de lutador contra a ditadura e Roberto Carlos a falta de tal em sua cumplicidade com a ditadura militar.

Anos mais tarde o cantor conseguiu revelar a face hipócrita de setores dominantes da Igreja Católica e a natureza de santo do pau oco do papa João Paulo II. O feroz combate dos dignatários – vá lá – da igreja contra o divórcio não impediu que o papa, em sua visita ao Brasil, recebesse e abençoasse o cantor e sua companheira, sendo ele divorciado. João Paulo II é produto de marketing e esse detalhe, no Brasil, seria abafado pelo prestígio do cantor junto a determinados setores do público e do próprio papa, visto como santo (mas do pau oco, por baixo das vestes papais a suástica gravada no peito).

Hoje, o cantor se presta a ação terrorista de Israel em todos os cantos do mundo, à cobiça em torno do Brasil e sobre o Brasil, no papel de astro da música brasileira, de artista de prestígio indiscutível, mas de um caráter às vezes doentio (basta ver as exigências que faz em relação a suas apresentações, assim tipo cor de lençol, tantas toalhas, guardanapos, etc).

Foi cooptado – comprado – por esse marketing do terrorismo nazi/sionista.

Besteira tudo isso?

Israel desde o tal tratado de livre comércio se tornou controladora da indústria bélica brasileira – logo tecnologias indispensáveis à segurança nacional, a própria soberania do Brasil. Toma conta de setores industriais estratégicos, de bancos (isso é o óbvio), é parte do apoio ao latifúndio escravagista que ainda habita por aqui em larga escala e agentes da MOSSAD atuam no controle de refugiados palestinos (suas terras foram roubadas pelos israelenses), como dispõem de larga influência em setores do Estado brasileiro e nos três poderes.

O mingau brasileiro sendo comido pelas beiradas pela nação líder do IV REICH.

Roberto Carlos é uma distração/alienação para o povo tanto de lá, como de cá. Mais de cá, pois o show em Jerusalém é só para dizer que você tem prestígio aqui e fechar o negócio, impressionar o alvo.

É lamentável, estamos mergulhando outra vez em noites que não terminam em dias.

A propósito, Luís Carlos Paraná não teve nada a ver com Roberto Carlos interpretar sua belíssima MARIA CARNAVAL E CINZAS. Àquela época o cantor tentava parecer uma coisa que não era e nem nunca foi. Seu verdadeiro caráter veio a tona exatamente no pós festival e suas declarações à imprensa. Mania de Deus.

15 comentários

Stella Maris

Nunca gostei do romantismo desse namoradinho do brasil.

Paulo de Tarso de Oliveira

Putz nunca li tanta besteira assim na minha vida. Não sou judeu e nem simpatizante deles, mas simpatizo com Israel depois de morar lá 4 anos trabalhando por uma multinacional textil, e vi que a realidade é totalmente diferente do que se vende aqui nos jornais brasileiros. Uma gota democratica em um oceano de ditadores e ayatolas fanaticos do oriente médio. Com certeza este texto mesmo com estas besteiras seria publicado em um jornal Israelense, pois lá todos podem emitir suas opinioes independentemente da cor, religiao e orientação sexual, já nos vizinhos...

Anônimo

Depois de dizer tantas bobagens,este que se diz jornalista,de nome Laerte Braga,deveria ser internado num manicômio.Aliada ao seu ódio aos judeus(que só pode ser de inveja)está uma ignorância astronômica sobre a história do oriente médio,tanto antiga como contemporânea.Além disso é covarde pois ainda não postou a resposta que o Dr.Ely Magrisso fez às suas debilóides infâmias grafadas no artigo acima.

Gerson Golendziner
Porto Alegre

Anônimo

Laerte, para mim vc é totalmente ignorante e sem noção da verdadeira história. Como vc é capaz de dizer tantas mentiras ou melhor loucuras. Acho que comprou o diploma...

Anônimo

nunca, em toda minha vida consegui acreditar que alguem tão imbecil como tu, poderia escrever algo desse nivel que contém tantas mentiras. acredito, que tu, como jornalista, deveria no MINIMO colocar verdades em um local onde todos possam ver. acho um absurdo tu escrever isso dizendo como verdade absoluta. tu nunca deve ter visitado israel para falar isso. nunca deve ter lido em um jornal ou pelo menos se informado na internet que os EUA ajudam israel, e não são aliados com bombas atomicas e todo resto. outra coisa, tu deve se achar O tal, pra ter tal cara de pau de colocar isso aqui, sendo que foi besta o suficiente pra colocar teu nome. aliás, é até maravilhoso. acho que seria de muito bom gosto tu tirar essas mentiras, e parar de difamar o país onde muitas etnias moram. e se tu nao gosta do brasil, problema é teu, ele se aliou ao irã por bobagem e a população foi totalmente contra.

Leonardo Braga

Dei boas risadas com esse besteirol todo. Prefiro acreditar que seja comédia, pois o século 21 não comporta manifestações de tamanha ignorância.

Daniel

Meu D-us, perdoe este pobre coitado.

Anônimo

Ignorante.

Anônimo

Como ousa falar num ambiente público tantas mentiras sobre o meu povo? Não me refiro aos seus pobres, manjados, baratos e mentirosos fatos listados acima. Não me darei o trabalho, mesmo por se tratar de um texto que se deu pelo fato de Roberto Carlos ter cantado em Israel. O seu problema é o ódio gratuito, Laerte. A sua visão distorcida deveria, no mínimo, ao ser publicada, relevar algumas verdades que eu mesmo listarei a seguir. O povo judeu ensinou seus valores aos outros povos do mundo, começando pelos 10 mandamentos que são seguidos e fundamentados na lei e na moral que rege a raça humana. O povo judeu difundiu elevados conceitos universais como "ame o próximo como a ti mesmo". Dos judeus nasceram centenas de mentes brilhantes que mudaram a ciência. Somos um povo trabalhador e honesto que sempre conseguiu se reerguer por ter essas características. Somos um povo milenar, leal e resistente que ainda existe com os mesmos padrões de sua origem. Um povo acolhedor que não distingue as pessoas pela etnia, uma filosofia aberta a todos que verdadeiramente querem seguir. A sua ignorância é explicitamente arrogante e preconceituosa. Da próxima vez que for escrever um artigo, lembre de qual povo está falando, lembre que se refere aos descendentes de Israel, ao povo que criou Jerusalem muito antes de qualquer palestino existir. Lembre dessas verdades incontestáveis quando seu ódio for tentar se expressar por meio de um pífio e insignificante fato. Sem mais. Ass.: JUDEU.

Anônimo

tztz...Laerte, seu veneno está pingando nesse meu post aqui embaixo..qnta MERDA vc conseguiu escrever..e ainda se empenhou!! INCRÍVEL!

Anônimo

Laerte!
Por acaso não estavas em 1933 numa tal cervejaria em Munique, com um alemãozinho de bigodinho fininho, que acabou ficando bem famoso?
Acho que irias te dar muito bem com ele!!!!
Somos todos iguais o BABACA!!!!
Ou melhor, nem todos... Alguns são monstros como tu!!!!!!!!!!!!!!

Amanda Salvador-BA

É lamentável que existam pessoas que dizem-se jornalistas como vc, Laerte, ridículo !!!

Anônimo

Percebe-se que o Sr. Laerte possui conhecimentos históricos pífios e medíocres...falou verdadeiras barbaridades e obscenidades.

Avelina Martinez Gallego

Como editora do blog Brasil Mobilizado e, diante de tanta ofensa ao colaborador Laerte Braga, sinto-me no direito de manifestar-me.
O blog BrasilMobilizado conta com alguns colunistas colaboradores que tem opiniões e posicionamentos próprios, nem sempre cincidentes com os dos editores do blog.
Não temos, porém, como prática censurar qualquer post de nossos colaboradores. O blog é plural e aberto a todas as opiniões.
Diante da indignação causada por esta postagem, abro espaço para que qualquer crítico aos posicionamentos do Sr. Laerte Braga envie um texto se contrapondo a
ele. . Qualquer crítico que queira enviar um texto para o blog, pode faze-lo que o publicarei.
Não aceitarei, porém, ofensas e palavras de baixo calão, nem mesmo nos comentários. Não costume deletar comentários, porém algumas pessoas que postam como anônimos tem ultrapassado os limites da civilidade.
Discordar e fazer o contraponto é salutar e democrático, porém com educação.
Avelina Martinez
editora do blog.



É preciso aprender a conviver democraticamente.

Anônimo

Como este espaço não permite textos com mais de 4096 caracteres, sugiro que coloquem no google Roberto Carlos e Israel, Israel e o Brasil réplica, para que possam ler o texto do Dr.Moisés Eli Magrisso o qual o Sr. jornalista (jornalista?) Laerte Braga não teve a dignidade de responder.